A ajuda necessária

12 de dez de 2012

Eu já falei aqui o quanto me senti sozinha no primeiro ano do Vítor por estar numa cidade em que não conhecia ninguém.

Bom, depois desse 1 ano, finalmente pudemos retornar para a cidade da família do meu marido e logo nos primeiros dias senti a diferença de ter com quem contar. Tudo  que eu fazia, o Vítor sempre estava junto, nunca tinha saído de casa sem ele.

Aqui, quando fomos procurar um lugar para morar, nem cogitei em deixar o Vítor com a minha sogra, coloquei ele no carro e fomos. Fazia um calor quase infernal e ele ficou extremamente cansado e irritado. Além do que entrar e sair do carro e de casas vazias é uma chatice, né?

No dia seguinte, vi que era um sofrimento desnecessário pra ele e perguntei pra minha sogra se teria problema dele ficar com ela. Claro que ela topou e passei a primeira tarde longe do meu pequeno, desde que ele nasceu!

Eu fiquei tranquila, pois sabia que ele estava sendo bem cuidado e quando voltei pra casa dela, encontrei uma criança super alegre se divertindo com a priminha mais velha.

Confesso que essa distância foi boa. É difícil até pra mim pensar que eu tenha gostado de passar essa tarde longe. Mas esse momento me fez ter muita saudade do meu filho e quando eu cheguei só queria ficar com ele e mais nada.

Faz mais ou menos 1 mês e meio que já estou instalada aqui e estou sentindo muito a diferença de ter a família por perto. Como é gostoso ir passear na casa dos avós e vê-lo brincando com outras pessoas e, principalmente, se desenvolvendo.

Aliás, como ele se desenvolveu nesse pouco tempo, impressionante como o contato com outras crianças e adultos faz diferença!

A experiência de ter ficado 1 ano sozinha com ele foi muito boa, principalmente para eu dar valor e aceitar a ajuda das outras pessoas.

Eu me sinto cansada sim e muitas vezes preciso ter com quem contar!

E vocês?

Beijos,