Mãe também quer mãe

04 de maio de 2013

É impressionante como a gente sente necessidade de ter a mãe por perto quando estamos passando pro alguma dificuldade.

Semana passada eu fiquei bem gripada, daquelas que derrumbam e a gente mal sai da cama. Aí fiquei com dois problemas: cuidar do Vítor e preparar a comida. Eu passei da cama pro sofá e tentava fazer com que ele brincasse ali pro perto, mas o que ele queria mesmo era minha atenção e eu quase não conseguia dar.

Eu peguei a gripe dele, mas numa escala muito maior. No primeiro dia eu dei meu jeito, esperei ele dormir e fiz uma macarronada de almoço, que era fácil e rápido, achando que no dia seguinte estaria melhor.

Acordei péssima e vi que não dava pra ficar com ele e nem fazer o almoço. Sorte que eu moro na mesma cidade da do meu marido e minha sogra topou ficar com o Vítor numa boa. Meu marido o levou pra lá e pude descansar o dia inteiro. Foram assim por 2 dias até aquele mal estar terrível passar e eu me sentir melhor.

Mesmo assim eu pensava na minha mãe toda hora. Como eu queria que ela estivesse aqui para me ajudar com o Vítor, me ajudar no almoço e também me fazer companhia. Minha sogra é ótima, mas nada com a mãe da gente, né? Ficava preocupada em estar incomodando, dela ter algum compromisso e com minha mãe não teria isso.

Eu ligava pra minha mãe e tinha muita vontade de poder dizer que queria que ela viesse, mas a distância – ela mora a 500km de mim – não ajudava nesse sentido. Percebi o quanto nossos pais são importantes durante toda nossa vida. O quanto tem momentos em que queríamos apenas eles e mais ninguém.

Mesmo adultos, parece que nos tornamos crianças novamente quando acontece alguma coisa inesperada! E como é bom ter a quem recorrer!

Sei que muitas mães já não tem suas mães e claro que aprendemos a viver assim, sem elas, mas que fazem falta, há como fazem! Mãe é mãe para sempre, né?

Beijos,