Verdades sobre vacinas

27 de fev de 2012

Saiu na Cláudia Bebê e eu achei muito bom!

Dei uma resumida e estou passando para vocês.

8 verdades sobre vacinas:

1. Se atrasar ou antecipar um pouquinho tudo bem, mas manter a pontualidade é importante para a proteção do bebê, pois se o sistema imune não estiver maduro, não adianta dar antes e dar depois pode deixar o bebê desprotegido.

2. Pequenas indisposições não são motivos para adiar uma vacina, a não ser que o pequeno esteja com febre ou tomando medicamentos que abaixem a imunidade, como corticoides.

3. Somente a vacina BCG, que é aquela da marquinha no braço que os bebês tomam na maternidade, precisa dar reação para indicar que a vacina “pegou”. As demais não precisam apresentar sintomas para ter sua eficácia comprovada.

4. O lugar onde você dará as vacinas não importa. Seja no posto de saúde, em clínicas ou consultórios de pediatras, o importante é verificar se o local é bem higienizado e fiscalizado pela Vigilância Sanitária. A maior diferença entre dar nos posotos ou particular, é que as particulares são feitas para dar menos reações e algumas vacinas tem uma abrangência maior de doenças.

5. Juntar algumas vacinas em uma única seringa é bom para que a criança tome menos picadas. Nos postos de saúde há vacinas que são dadas juntas, porém, algumas delas somente nas clínicas e consultórios que são unidas. Para que se juntem algumas vacinas em uma seringa é necessário que a interação dos componentes não interfira na eficácia delas.

6. A vacina Sabin, que é em gotas, para a prevenção da poliomelite, apesar de ser segura (acontece 1 caso de contaminação para cada 3 milhões aplicados), será substituída pela Salk, que é injetável e não trará risco de contaminação. A partir de agosto elas começarão a ser aplicadas.

7. As campanhas de vacinação que acontece de tempos em tempos no Brasil podem ser aderidas pelos bebês, porém, se seu filho estiver com a vacina em dia e tiver tomado uma dose da vacina em questão há pouco tempo, não é necessário a reaplicação.

8. As doenças erradicadas, muitas vezes voltam a aparecer, como por exemplo no caso da coqueluche. Isso pode ocorrer por diversos motivos, seja pela pouca eficiência das vacinas de antigamente ou pela contaminação de um adulto para o bebê não imunizado. Por isso, é necessário cautela ao expor bebês e recém nascidos a lugares públicos ou com desconhecidos.

Beijos